Git & Versionamento para protótipos de design
Como transformar o GitHub em um fluxo seguro de criação, revisão e handoff — versionando protótipos em front com o apoio do Claude Code.
Como transformar o GitHub em um fluxo seguro de criação, revisão e handoff — versionando protótipos em front com o apoio do Claude Code.
Quando o protótipo vira front, o design deixa de ser uma tela estática. Ele ganha estrutura, histórico, colaboração e entrega versionada.
O time explora variações em branches separadas, sem tocar na versão oficial do protótipo.
Cada decisão relevante fica registrada em commits e pull requests.
O PR vira um pacote de revisão pronto para UX, PO e devs.
Nada aqui é totalmente novo: a maioria dos conceitos de Git tem um equivalente direto no que o time já fazia no Figma.
No Figma o histórico é automático. No Git, você escolhe o marco e dá um nome que explica a mudança.
Você já criava ramificações para testar ideias sem mexer no arquivo principal. Mesma lógica, agora no front.
O link de handoff vira um PR: o que mudou, como testar e onde comentar antes de aprovar.
Aqui você controla o ponto de salvamento. Dá um pouco mais de trabalho, mas o histórico fica limpo e reversível.
Os comentários saem de cima do layout e passam a ficar ligados à mudança exata em revisão.
O “arquivo oficial” do Figma é a sua main: a versão estável que todo mundo enxerga como verdade.
A versão oficial, estável e aprovada do protótipo.
Uma cópia segura para testar uma nova tela, ajuste ou fluxo.
Salvar uma etapa importante da evolução do trabalho.
Enviar sua branch e seus commits para o GitHub.
O pedido de revisão antes de juntar tudo na versão oficial.
Juntar uma entrega já aprovada na branch principal.
O menor exemplo possível, do início ao fim — só para ver o fluxo funcionando de verdade.
git checkout main && git pullgit checkout -b design/subtitulo-homegit commit -m "Adiciona subtítulo na home"git push -u origin design/subtitulo-homeO projeto principal já existe. O designer nunca mexe direto na main: cria uma branch para explorar, evoluir e só depois leva o resultado para a versão oficial.
Cada mudança importante vira um commit. O PR continua o mesmo e se atualiza sozinho a cada novo push.
A branch com a nova jornada: commits, ajustes e protótipo em evolução.
A branch principal: estável e pronta para handoff ou deploy.
O que foi feito, como testar, observações de design, prints ou link do preview e as pendências em aberto.
UX cuida da qualidade da experiência, PO valida a regra de negócio e o dev avalia a viabilidade técnica.
E nunca suba arquivos sensíveis: .env, chaves de API, tokens, senhas ou a pasta node_modules.
A main é a versão oficial do protótipo.
Vale para nova tela, fluxo, experimento ou correção relevante.
O nome precisa dizer qual é o objetivo da entrega.
Nada de “teste”, “final” ou “ajustes”.
O que foi feito, como testar e o que ainda falta.
UX, PO e dev comentam no mesmo espaço.
A gente nunca mexe direto na versão oficial. Cria uma cópia, trabalha nela, mostra para o time, ajusta e só depois junta na principal.
Assim o GitHub vira uma camada de colaboração para UX: versionamento, revisão, rastreabilidade e handoff em um único fluxo.